Pular para o conteúdo
Gestão de multas

Multa chegou, motorista sumiu: como sua empresa para de pagar por infração que não é dela

Isabela Takahashi
Isabela Takahashi

Entenda o impacto do NIC (Não Indicação de Condutor) nas operações de frota e descubra como o Fleeter garante a rastreabilidade exata de quem estava ao volante no momento da infração.

Todo gestor de frota já vivenciou este cenário frustrante: uma notificação de autuação chega, a data da infração passa e, ao consultar a escala de motoristas, ninguém assume a responsabilidade, o condutor simplesmente "sumiu".

Negócios que dependem de veículos costumam perder uma margem do faturamento em infrações de trânsito e mesmo esse custo fazendo parte da rotina e planejamento operacional de qualquer frota, ele precisa ser rigorosamente monitorado, afinal, quando a empresa não controla as multas, o prejuízo financeiro deixa de se limitar ao valor da autuação e passa a inflar com penalidades.

O problema se agrava porque a legislação brasileira não perdoa a desorganização administrativa, então, se a sua empresa não sabe quem estava dirigindo, por exemplo, o sistema de trânsito fará com que você pague um preço muito mais alto por essa falta de controle.

O NIC e o efeito multiplicador nas despesas da frota

Quando um veículo registrado em nome de Pessoa Jurídica (CNPJ) é autuado e não há a identificação do condutor infrator no prazo legal, o órgão de trânsito aplica uma penalidade adicional conhecida como NIC (Não Indicação de Condutor).

Conforme estabelecido pela Resolução nº 710 do CONTRAN e reforçado por alterações recentes no Código de Trânsito Brasileiro, a multa NIC tem um caráter punitivo severo, pois o valor dessa penalidade é obtido multiplicando-se o valor da infração original pelo número de vezes que a mesma infração foi cometida naquele veículo nos últimos 12 meses.

Na prática, isso significa que os custos podem triplicar ou quadruplicar rapidamente.

Veja o tamanho do impacto:

  • Uma simples infração grave por excesso de velocidade custaria R$ 195,23.
  • Se for a quarta vez que o veículo é autuado pelo mesmo motivo sem a identificação do responsável, o valor pode facilmente ultrapassar a marca de R$ 780,00.
  • 1ª vez: Multa original + Multa NIC (valor original x 1).
  • 2ª vez: Multa original + Multa NIC (valor original x 2).
  • 3ª vez: Multa original + Multa NIC (valor original x 3).

A conta é simples:

Além do impacto financeiro direto da multiplicação de custos, o acúmulo de multas não resolvidas impede o licenciamento anual e a transferência de propriedade dos ativos, travando a sua operação.

O desafio da rastreabilidade manual de condutores

A principal causa do acúmulo de multas NIC nas empresas é a dependência de processos manuais para o controle de uso dos veículos.

Frotas que ainda usam cadernos, planilhas desatualizadas ou mensagens informais têm muita dificuldade quando precisam conferir a data e o horário exatos de uma infração com a escala de trabalho.

Em operações dinâmicas, onde um mesmo caminhão ou furgão é compartilhado por diferentes motoristas ao longo da semana, é fácil se perder no controle. A memória falha, anotações em papel somem e quando a notificação chega, semanas depois da autuação, a empresa acaba sem informações claras para identificar o responsável.

O resultado é um ciclo vicioso prejudicial para o seu negócio:

  1. O motorista infrator não é reeducado porque não foi identificado.
  2. A empresa assume um custo que não deveria ser dela.
  3. O comportamento de risco no trânsito continua acontecendo sem consequências para quem está ao volante.

Como o Fleeter vincula a infração ao responsável

A única forma de extinguir o NIC da sua operação é garantindo 100% de rastreabilidade sobre quem está conduzindo cada veículo em qualquer momento do dia e é exatamente nesse ponto que a modernização da gestão de frotas muda o jogo.

Com o Fleeter, a identificação do condutor deixa de ser uma suposição e passa a ser uma certeza baseada em dados, pois a solução combina duas frentes essenciais: o checklist digital obrigatório e a telemetria do veículo.

Da saída à multa, tudo sob controle:

  • O início da viagem: Antes de dar a partida, o motorista precisa se autenticar no aplicativo e preencher o checklist de saída, uma ação simples que vincula imediatamente o perfil daquele colaborador à placa do veículo no sistema.
  • Durante a rota: A telemetria registra não apenas a localização exata via GPS, mas também o comportamento ao volante, incluindo excessos de velocidade e frenagens bruscas.
  • Quando a multa chega: O gestor não precisa fazer investigações complexas, pois o sistema já possui o histórico de quem estava logado naquele veículo, na exata coordenada geográfica e no exato minuto em que o radar registrou a infração.

Dessa forma, a multa é vinculada ao motorista responsável de forma incontestável, permitindo a indicação correta ao órgão de trânsito e eliminando definitivamente a cobrança do NIC.

Agora que você entende como a falta de rastreabilidade multiplica os prejuízos com infrações, o próximo passo é implementar processos que garantam a identificação clara dos condutores.

Explore como a tecnologia do Fleeter ajuda empresas a cruzar dados de telemetria com escalas de trabalho, vinculando multas aos reais responsáveis de forma simples e automatizada.

 

Compartilhar este post